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Uso de los Diagramas de Actividades UML Y el Lenguage i* Modelado del Proceso de Implantacion del Balanced Scorecard

Rafael Maiani de MelloWallace Martinho PereiraGuilherme Horta Travassos

Mariela HayaXavier FranchEnric Mayol

La complejidad en la gestión de las organizaciones ha motivado la formulación de diferentes modelos y metodologías que pretenden alinear la estrategia de la organización y el funcionamiento diario de la misma. Uno de estos modelos es el Balanced Scorecard (BSC). En este artículo, presentamos una propuesta para modelar el proceso de implantación del BSC en una organización, basada en la combinación de los diagramas de actividades de UML y los modelos de dependencias estratégicas del lenguaje i*. Los diagramas de actividades permiten establecer la secuencialización de las actividades involucradas en el proceso de implantación del BSC e identificar sus responsables. Para aquellas actividades con mayor contenido estratégico, los modelos de dependencias estratégicas permiten mostrar los aspectos intencionales de los actores que participan en el proceso. Finalmente, se modelizan los diferentes actores y responsables que han aparecido en ambos modelos utilizando el lenguaje i*. Si bien el artículo se limita al caso de estudio del BSC, creemos que la propuesta presentada se puede generalizar a otros procesos similares desde el punto de vista del impacto estratégico en las organizaciones, como puede ser la implantación de sistemas ERP o CRM A especificação de requisitos dos aplicativos de software atuais é usualmente composta de diversos artefatos que descrevem várias atividades, fluxos, dependências entre estes fluxos, desvios e regras de negócio. As aplicações web e as baseadas em workflow científico (e-science), por exemplo, demandam representações estruturais para as diversas atividades e funcionalidades envolvidas na sua execução, geralmente descritas através do diagrama de atividades. A garantia da qualidade destas especificações representa um desafio para os engenheiros de software. Os resultados de uma quasi-revisão sistemática indicam a carência de tecnologias de software que apoiem a inspeção deste tipo de especificação de requisitos. Para este fim, neste artigo, além dos resultados desta revisão, é apresentada uma técnica de inspeção (checklist) para apoiar a revisão dos diagramas de atividades de uma especificação de requisitos. Uma prova de conceito da aplicação do checklist na inspeção de uma especificação de requisitos real, referente a uma aplicação baseada em workflow científico, apontou algumas vantagens na capacidade de detecção de defeitos do checklist, quando comparada com a inspeção ad-hoc conduzida previamente por engenheiros de software.

http://wer.inf.puc-rio.br/WERpapers/artigos/artigos_WER04/Mariela_Haya.pdf

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