Álvaro Rocha, José Vasconcelos.
Actualmente parece consensual a ideia de que a Engenharia de Requisitos (ER) é frequentemente conduzida com uma abordagem de pendor tecnológico excessivo. Este pendor é muitas vezes apontado como um contributo negativo para os resultados da ER e consequentemente para o sucesso dos Sistemas de Informação. Neste artigo apresentamos um modelo para avaliação do pendor da condução da ER. O modelo, designado PERSI, estrutura-se em três partes. A primeira foca o domínio da intervenção. A segunda foca os utilizadores. E a terceira foca os métodos e as técnicas subjacentes. O modelo foi validado inicialmente em cinco organizações portuguesas. Como esperado, todas as organizações seguiam na prática uma abordagem à ER de pendor tecnológico, sendo mais ténue nas organizações que apresentavam uma maior maturidade da Função Sistemas Informação
http://wer.inf.puc-rio.br/WERpapers/artigos/artigos_WER03/alvaro_rocha.pdf
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