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Um estudo de autômatos celulares com sistemas difusos para modelos compartimentais do tipo SIR

Walley da CostaLíliam MedeirosSandra Sandri

O modelo compartimental SIR (Suscetíveis - Infectados - Recuperados) é utilizado na modelagem da dinâmica de transmissão de doenças infecciosas. No entanto, o SIR clássico não leva em consideração explicitamente a dimensão espacial de transmissão da doença. Ao implementar este modelo por meio de um autômato celular é possível descrever a evolução espaço-temporal da doença. Mas devido à complexidade na forma de transmissão de certas doenças, principalmente aquelas que envolvem vetores transmissores, a criação da função de transição dos autômatos celulares pode não ser trivial. O uso de sistemas difusos permite utilizar o conhecimento de especialistas para modelar a função de transição, apesar da incerteza e imprecisão inerentes ao conhecimento humano. Este trabalho propõe uma representação da dinâmica de epidemias, através de um modelo compartimental SIR, simulado por meio do uso conjunto de autômatos celulares e sistemas difusos. Apresenta-se também uma aplicação do modelo proposto sobre propagação de dengue, com simulações efetuadas utilizando-se dados da Ilha do Governador(RJ).

http://www.lbd.dcc.ufmg.br/colecoes/cbsf/2012/0021.pdf

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