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Avaliação do método fuzzy para reconhecimento de padrão comportamental da ansiedade durante a TERV

Fernando M. de OliveiraRegina S. LanzillottiRosa M. E. Moreira da CostaRaquel GonçalvesPaula Ventura

A Terapia Cognitiva é fundamentada no pressuposto de que o afeto e o comportamento de um indivíduo são determinados pelo modo como ele estrutura o mundo e suas cognições e pensamentos são determinados por crenças desenvolvidas através de experiências anteriores. O tratamento da Terapia Cognitivo Comportamental é de breve duração se comparada a terapias psicodinâmicas e apresenta eficácia comprovada no tratamento do Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT). Utilizou-se ambiente de Realidade Virtual (RV) com visualização estereoscópica que propiciou aos pacientes diagnosticados com TEPT, maior imersão durante a Terapia de Exposição com Realidade Virtual (TERV). O apoio do terapeuta agregado a um método Fuzzy - Sistema de Avaliação para Pacientes com TEPT (SAPTEPT) - pode propiciar a facilitação do reconhecimento comportamental do paciente com minimização das dificuldades de evitação ao tratamento. Objetiva-se avaliar a viabilidade de utilização do método fuzzy desenvolvido através do SAPTEPT para classificação quali-quantitativa da ansiedade de pacientes com TEPT submetidos à TERV. Nos estágios de avaliação do paciente durante a TERV, são utilizadas escalas Psicométricas (ansiedade - Subjective Units of Distress Scale - SUDS) e Psicofisiológicas (frequência cardíaca - Sistema de aquisição e análise de dados fisiológicos - MP150), estas registradas a cada 5 minutos durante 1 hora. O padrão comportamental foi aferido pelo método, que traduziu o comportamento baseado em Regras Inferenciais Fuzzy pela fuzzificação das variáveis. A título de ilustração foi feita uma simulação representando os estágios das avaliações realizadas. A aferição da qualidade do SAPTEPT foi medida pelas expertises na área de TCC, mostrando que o método fuzzy implementado no SAPTEPT pode contribuir para classificar a ansiedade do paciente com diminuição da interferência do terapeuta e o sistema apresentou grau satisfatório de interação homem-computador (IHC).

http://www.lbd.dcc.ufmg.br/colecoes/cbsf/2012/0051.pdf

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