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Auto-tuning de Granularidade em Memórias Transacionais

Sílvio R CordeiroNicolas Bruno Maillard

A proliferação de processadores multicore trouxe consigo uma forte demanda pela paralelizaçãode código sequencial, onde cada core recebe parte do trabalho e deve sincronizarsua execução com os demais. Entretanto, o modelo de sincronização maisdifundido, utilizando locks, impede a composição de código atômico a partir de blocosmenores de que também executam atomicamente. Por exemplo, uma sub-rotinaque remove um elemento de uma estrutura de dados de acesso atômico e o adicionaem outra estrutura similar só pode garantir que nenhum estado intermediário serávisto se ela adquirir um lock interno para cada estrutura, quebrando as suas abstrações[Harris et al. 2005, Larus and Rajwar 2006].A fim de se eliminar os locks para simplificar a programação paralela, surgiu umaabstração de atomicidade denominada Memórias Transacionais [Cascaval et al. 2008].Um programa que utiliza Memórias Transacionais é similar a um programa sequencial,com algumas seções do código marcadas como transações. Em contraste com as seçõescríticas tradicionais, as transações não exigem um identificador (como um objecto lock)para que possam garantir exclusão mútua. Alterações efetuadas em memória por umatransação são vistas por outras transações de uma só vez, como se a transação fosse umagrande operação atômica.

http://www.lbd.dcc.ufmg.br/colecoes/erad-rs/2012/0010.pdf

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