André R. Backes, Paulo R. Fonseca, Murilo Stelzer, Giovana S. Evangelista, Luciana A. Corá, José Ricardo A. Miranda, Odemir M. Bruno.
Comprimidos são formas farmacêuticas amplamente utilizadas na administração oral de drogas. A liberação da droga ocorre por desintegração, o que resulta na fragmentação do comprimido. Como esse processo está diretamente relacionado com a biodisponibilidade da droga, é essencial a utilização de diferentes técnicas para o controle de qualidade dos parâmetros físicos envolvidos na desintegração. Para acessar essas informações, diversas metodologias foram utilizadas (cintilografia e ressonância magnética). Recentemente a Biosusceptometria AC (BAC) foi proposta para avaliar a desintegração de comprimidos através de imagens, cuja quantificação é feita por segmentação de imagens. Todavia essa segmentação é extremamente sensível à experiência do pesquisador, sendo necessário complementar a análise a partir de uma metodologia semi-automática, como a Dimensão Fractal (DF). O objetivo do trabalho foi comparar o desempenho da segmentação e da dimensão ao fractal na quantificação de imagens da BAC. Os resultados mostram uma forte correlação entre as duas metodologias de quantificação (área da imagem e dimensão fractal), assim como possibilitaram o ajuste das curvas a um modelo que descreve a desintegração de comprimidos. Esses resultados demonstram um grande potencialde aplicação da dimensão fractal na quantificação de processos de interesse farmacêutico através da BAC.
http://www.lbd.dcc.ufmg.br/colecoes/wvc/2008/0034.pdf
Caso o link acima esteja inválido, faça uma busca pelo texto completo na Web: Buscar na Web