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Detecção de alterações ósseas em cabeças mandibulares de pacientes com artrite reumatóide através de visualização 3D

Fabio Kunihiro MaedaAna Maria Marques da SilvaLêonilson GaiãoDaniela Nascimento SilvaLuciano Engelmann de MoraisHelena WillhelmCláiton HeitzMarília Gerhardt de Oliveira

A articulação temporomandibular (ATM) tem sido objeto de estudo para pesquisas e diagnóstico. Métodos radiográficos convencionais apresentam deficiências para a interpretação das imagens. O método de aquisição por tomografia computadorizada por raios X apresenta melhores resultados devido ao seu princípio de formação de imagem e a possibilidade de manipulação do volume para visualização 3D. Este trabalho apresenta a aplicação de técnicas de visualização 3D para a detecção de alterações da ATM através do uso de programa de domínio público. Foram selecionados 6 pacientes, de um grupo de 19, com alterações ósseas. As aquisições foram realizadas no Serviço de Radiologia do Hospital Cristo Redentor do Grupo Hospitalar Conceição de Porto Alegre de acordo com o protocolo para aquisição de imagens para avaliação da ATM, estabelecido pelo Serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. As etapas de visualização das estruturas e das etapas de processamento das imagens foram feitas através do software livre ImageJ. Utilizou-se o método de crescimento de regiões para a segmentação das imagens com a utilização do plugin Cell Outliner. Para a visualização 3D foram utilizadas duas técnicas de reconstrução: a renderização de superfície, utilizando o plugin VolumeJ; e a projeção em MIP (Maximum Intensity Projection), com uma ferramenta de projeção 3D do ImageJ. A validação das imagens foi realizada por um dentista, que visualizava as reconstruções para identificação e classificação das alterações da ATM. As ferramentas de reconstrução possibilitaram a detecção de alterações ósseas em cabeças de mandíbula na amostra de pacientes com artrite reumatóide estudada. Osteófitos, erosões, achatamentos e microcistos foram as alterações detectadas. As imagens sugestivas de microcistos nas reconstruções 3D foram questionáveis.

http://www.lbd.dcc.ufmg.br/colecoes/wim/2005/0019.pdf

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