Apesar de reconhecidamente importante para o sucesso de projetos de software, muitas organizações têm negligenciado o processo de Gerência de Riscos (GRI). Isso decorre, dentre outros, do fato de haver diversas visões parciais sobre esse domínio, cada qual adotando um vocabulário próprio, o que dificulta a integração e a comunicação. Para superar essa barreira, é útil definir um modelo conceitual consensual descrevendo os principais conceitos envolvidos no domínio da GRI, com a finalidade de apoiar o entendimento, aprendizado e a comunicação. Uma vez que ontologias podem ser usadas para esse fim, este artigo apresenta uma ontologia de riscos de software, estabelecendo uma conceituação comum acerca do domínio de riscos de software, a qual pode ser adotada por organizações de software como um vocabulário básico para se falar sobre riscos.
http://www.lbd.dcc.ufmg.br/colecoes/sbqs/2010/TT10_falbo.pdf
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